Tudo o que você queria saber sobre lipo e afins e nunca teve ninguém pra contar

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Sabe as famosas, aquelas malucas que fazem lipo de mês em mês e vão pras capas das revistas dizer que estão ótimas? Não acredite naquele sorriso.

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Não acredite na balela de que não doeu nada, que em pouco tempo estão prontas pra outra, que é fácil, prático e quase indolor.

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Não acredite. Acredite em mim.

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Depois de uma lipoaspiração você descobre que seu corpo gasta muita energia com coisas simples.

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Conversar acaba se tornando uma meia maratona.

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Virar de lado pode ser uma aventura digna de um Everest.

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E você se pergunta, a cada segundo, porque inventou aquilo.

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Claro que a fraqueza não dura pra sempre. Ela melhora com os dias.

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Mas acredite em mim: é muita moleza na vida da pessoa.

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Por isso, amiga leitora, amigo leitor: cuide-se. Cuide-se agora, Não deixe o seu caso chegar ao extremo como o meu.

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Mas caso aconteça, prepare-se. E pense, como eu, que vai valer a pena.

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Afinal, os transtornos passam e os benefícios ficam!

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Little drops, versão especial!

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Então, cirúrgia um realizada, completa com sucesso.

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Quem desejar comprar sabão de bola, entre em contato com a Dra. Larissa, retirados 2 litros e meio de “gostosura” (gordura).

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Recuperação repleta de novas experiências, sensações e caronas.

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Pra quem deseja fazer uma lipo, aviso: seja adepto/praticamente do sadomasoquismo.

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Não posso deixar de comentar do serviço de quarto de luxo. É enfermeira, nutricionista, bábá (já que tem que dar banho na criança, né) e claro, é uma excelente chef gourmet. O serviço aqui é completo.

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Se você não entendeu a acidez do Little Drops de hoje, saiba que é de autoria de Lucas Vicente, o irmão da múmia.

Inté!

Capa do livro

Ando meio sumida e preciso confessar que nos próximos dias a ausência será um pouco mais sentida. Mas será por uma ótima causa, eu garanto!

O que posso adiantar é que o livro está finalizado e foi enviado hoje pra gráfica (finalmente!). A expectativa é que daqui a dez dias eu o tenha em mãos. E, claro, assim que isso acontecer, vocês serão devidamente avisados.

Pro pessoal de Goiânia, a ideia é fazer o lançamento em maio ou junho. Também dou todas as coordenadas quando isso rolar. Pro pessoal de fora, de alguma forma vou incluir vocês. Se alguém tiver uma ideia, deixe nos comentários!

Ainda sobre o livro, ele é voltado para o público feminino e fala sobre a identidade da mulher à luz da Bíblia. Nele contei um pouquinho da minha história e também um pouco das minhas descobertas nesse sentido. Espero, sinceramente, que ajude muitas outras meninas, mulheres, a se libertarem de padrões pré-estabelecidos que verdadeiramente são muito pequenos pra caber tudo o que elas são.

Não posso adiantar mais nada, mas acho que vocês vão gostar. Então, é esperar as cenas dos próximos capítulos e torcer!

E como eu disse lá em cima, vou ficar uns dias fora, mas volto cheia de novidades. Inté!

A foto  do post é um pedacim da capa do livro,
pra vocês ficarem curiosos! 😉

O quanto eu caminhei pra chegar até aqui

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Lembro-me da roupa que usava naquele dia, assim como me lembro do número que a balança marcou: 135kg. Engoli em seco e tentei esquecer, como fiz milhares de vezes antes. Mas não consegui. Aquele número ficou martelando na minha cabeça, assim como alguns conselhos que ouvi na mesma época.

Conselhos esses que diziam que no meu caso a cirurgia bariátrica era o mais indicado. Ou melhor, era a única indicação plausível. Pensando naquele número e nos conselhos, resolvi que era a hora de fazer alguma coisa.

Procurei uma endócrino e, de cara, já avisei: não queria tomar remédios. Experiências anteriores com fluoxetina e anfepramona me provaram que minha ansiedade não dava conta desse tipo de medicação. Enquanto a médica e eu entrávamos num acordo, resolvi correr atrás de outro profissional: um personal.

E lá fui eu, em setembro de 2009, conversar com um rapaz fortinho, professor de educação física, que frequentava a mesma igreja que eu. Começamos em outubro e percebi que a parceria teria futuro: ele era mais louco que eu. Pra não desistir de cara do projeto, propus que corrêssemos juntos a São Silvestre em 2010. Ele topou. Isso iria pra frente, pensei.

Enquanto isso, desisti da médica. Ela queria drogas e eu queria saúde. Acabei encontrando um programa de emagrecimento que unia alimentação saudável e auriculoterapia. Só que na primeira semana, um susto: quase 5kg engordados.

Não desisti. Na outra semana o peso baixou, na outra e na outra também. E assim foi. Entre altos e baixo, cheguei aos 110kg. Empaquei. Achei melhor procurar outra saída e acabei tentando andar sozinha. Deu certo por um tempo, mas acabei engordando. Procurei uma nutricionista. Não me adaptei, mas não desisti. Achei, enfim, outra profissional com quem finalmente tive sintonia.

Durante todo esse tempo, corri a São Silvestre e muitas corridas de rua. Sacrifiquei meu horário de almoço em prol da malhação (meu pai não se conforma com esse meu horário até hoje). Aboli o chocolate e o refrigerante definitivamente. Aprendi a escolher melhor o que comer e a entender como meu corpo funciona. Enfim, me redescobri.

Só que todo esse trajeto sempre foi marcado por um drama: a hora de comprar roupas. Pergunte a quem está acima do peso sobre como é ter que comprar o que couber numa loja de moda maior, pagando um preço abusivo por isso, e a resposta mínima será: humilhante.

Exatamente por conhecer essa realidade na pele, evitei fazer compras nesse período. Fiz poucas trocas de roupa. Até que, nessa semana, resolvi descobrir finalmente que número de calça jeans estava vestindo. Entrei numa loja de departamentos e peguei um 48 e um 46 imaginando que só um 50 serviria.

No provador, respirei fundo e comecei pelo número menor. Quando o 46 ficou perfeito (e até meio folgadinho), eu sinceramente não senti mais o chão.

E, de lá pra cá, é o que eu tenho vivido. Pensando que semana que vem ainda darei mais uma guinada incrível nessa história, aproximando-a do tão desejado final feliz! 🙂

Fast drops

fast

Se até março eu estava vivendo 32 anos em 3 meses, nessa semana tou vivendo tudo que tinha pra viver até aqui duma vez só.

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Pra começo de conversa, tou finalizando a revisão do livro que vai pra gráfica essa semana.

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Depois, tou na maior correria aqui na agência por conta de minha ausência a partir da semana que vem (conto mais sobre isso depois).

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Por fim, descobri que uma resposta que eu estava esperando há 40 dias (também conto mais assim que tiver tudo certo) ainda não chegou por conta de uma mancada de terceiros.

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Ou seja, oremos, oremos e oremos!