Independência ou morte!

O grito de independência que soou às margens do Ipiranga, há quase 200 anos atrás, espera ser ecoado, todos os dias, em nossas vidas. E não apenas no sentido político. Ele espera que isso aconteça de forma ampla e irrestrita em todas as áreas que se fizerem necessárias.

Porque se pensarmos bem, existem muitas coisas que nos aprisionam, que nos prendem, que nos impedem de caminhar segundo aquilo que determinamos pra nós. E lá vamos nós ficar parados enquanto deveríamos caminhar. E lá vamos nós viver uma vida de estátua enquanto nascemos pra voar por aí.

Se não ficamos completamente parados, muitas vezes nos locomovemos com dificuldade. Carregamos cargas extras que atrapalham o nosso caminhar e que nos fazem andar bem mais devagar. E não apenas isso. Esses pesos tantas vezes nos machucam, afinal, não deveriam estar ali. E lá vão nossos joelhos, nossas costas, nossas articulações sofrerem com a presença dos danados.

É como carregar uma mochila cheia de pedras enquanto se corre uma maratona. Além do peso extra em si, ainda existe o incômodo que elas causam enquanto sacodem em nossas costas. À medida que corremos, elas balançam contra o nosso corpo, não apenas pesando, mas também fazendo sangrar onde encostam.

Diante desse cenário, o grito de independência nunca se fez tão necessário. Mas do que precisamos nos desprender?

Talvez de um sentimento que venha nos fazendo mal há algum tempo. Sentimento esse que nos impede de seguir adiante por nos prender a coisas que ficaram lá pra trás. Talvez precisemos nos desprender do medo, que nos congela e não permite que nos joguemos de peito aberto às circunstâncias que se apresentem. Talvez de alguns conceitos, ou preconceitos, que carregamos desde sempre mas que, infelizmente, são completamente infundados e nos impedem de crescer. Talvez tenhamos a necessidade de declarar a independência de alguns quilinhos extras, que vêm nos incomodando e nos deixando chateados.

Cada um de nós precisa olhar pra si e, corajosamente, declarar que é chegada a hora da independência. Porque, caso não façamos isso, corremos o risco de ver alguns sonhos, projetos, desejos, morrerem à beira do caminho.

Assim, no dia de hoje, tenhamos a coragem de finalmente declarar: “Independência ou morte!”

2 pensamentos sobre “Independência ou morte!

    • Fiquei pensando nisso durante esse final de semana e como é complicado não apenas dar o grito como seguir aquilo q gritamos! Mas apesar das dificuldades, isso é extremamente necessário, né?

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