Fazendo a diferença

 

Mesmo que a gente não faça parte do time dos reclamões profissionais, nossa tendência natural é ir pela saída mais fácil, pela saída da reclamação. E se formos bastante honestos, algo que vira e mexe faz parte do nosso inventário de reclamações é o fato de não sermos valorizados, reconhecidos. O fato de que, muitas vezes, o que fazemos, não é visto ou, quando o é, não é devidamente valorizado pelos demais.

No dia de hoje, proponho uma virada de mesa. Isso mesmo. Coloque-se no lugar do outro. E aí, você valoriza o que fazem por você? Você dá o crédito pras pessoas que o ajudam? Você espalha estrelinhas por aí? Você motiva, estimula, aplaude? Você fica na torcida?

Todos nós precisamos de palavras de encorajamento. Você precisa, claro. Mas as pessoas à sua volta também necessitam. E aí, você tem enchido o tanque emocional de quem o cerca ou simplesmente, com suas reclamações, o tem esvaziado? Você tem feito com que cada uma das palavras ditas por você sejam um presente, ou tem lançado bombas por onde passa?

É incrível como tendemos a reclamar da falta de apoio, de auxílio, de motivação, mas geralmente não apoiamos, auxiliamos, motivamos. Queremos que alguém faça a diferença em nossas vidas. Exigimos isso. Cobramos isso. Mas muito dificilmente nos propomos a fazer a diferença na vida de alguém.

Pesquisas comprovam que a alegria é contagiante. Isso mesmo. Se o seu amigo está alegre, a tendência de você ficar também é enorme. Ou seja, se você fizer a alegria de alguém, mesmo que ninguém faça a sua, o ato de alegrar a pessoa ao seu lado tende a fazer de você uma pessoa mais feliz. E pessoas mais felizes vivem mais e melhor.

Que tal, ao invés de simplesmente reclamar da falta de altruísmo, da falta de amor, do egoísmo da nossa sociedade, você fazer a diferença no dia de hoje? Que tal você ser a diferença que você gostaria de ver no mundo?

Essa semana li uma história que ilustra bem isso. Verídica ou não, ela nos mostra que é sim possível fazer a diferença de maneira prática no dia a dia. A história dizia que uma mulher trabalhava, dentro de um hospital, na ala de voluntários. Lá, ela cuidava da doação de roupas. Essas, por sua vez, ficavam expostas e, quem precisasse, passava por lá e as levava. Num dos dias de trabalho dessa mulher, uma senhora obesa entrou nessa sala e começou a olhar as roupas. A mulher, percebendo que não haveria roupas que servissem na senhora, angustiou-se por imaginar que ela se sentiria muito mal quando percebesse isso. Até que o inevitável aconteceu: a senhora chega para a mulher que cuidava das roupas e diz que não havia nada tão grande que servisse nela. Aquela mulher, que desde o início estava pensando em como resolver aquela situação, abriu o sorriso e os braços. E disse pra senhora: “Claro que tem. Tem o meu abraço”. A senhora, enquanto era abraçada, chorou muito. E saiu do lugar sorrindo. Afinal, encontrara ali muito mais do que procurava.

Também vi um vídeo fantástico que mostra isso. Mostra o poder que temos quando resolvemos fazer a diferença. Deixo ele aqui, no final do post, como um convite: que tal fazer a diferença hoje, na vida de alguém que o cerca?

[videolog 801973]

3 pensamentos sobre “Fazendo a diferença

  1. Tenho sido mto ministrada por Deus sobre minhas palavras e atitudes em uma área específica da minha vida e seu post foi mais um puxão de orelha lá do Alto, rsss. Pq se as pessoas que vc acha que devem mudar não mudam, então mude vc, né? Preciso aprender isso.

    =*****

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