FIB

Índices e indicadores nos cercam por todos os lados. Tem o PIB, tem a Celic, sem contar no tal de IDH. São eles que determinam, em menor ou maior grau, o desenvolvimento de um país, que o colocam em vantagem ou desvantagem em relação aos demais. Alguns deles, inclusive, têm o poder de dizer se um país é confiável ou não, alertando possíveis investidores da viabilidade de colocarem seu rico dinheirinho naquela nação.

Só que hoje quero falar de um índice que, de acordo com alguns especialistas, foi criado com o intuito puramente marketeiro: o FIB – Felicidade Interna Bruta. Esse índice, dizem seus criadores, serve para medir a felicidade de um povo e tem como pilares: a promoção de um desenvolvimento socio-económico sustentável e igualitário, a preservação e promoção dos valores culturais, a conservação do meio ambiente natural e o estabelecimento de uma boa governança. E a nação mais feliz, de acordo com o FIB, é a do Butão, exatamente aquela que inventou o índice. Assim, fica fácil entender porque muitos torcem o nariz pra essa curiosa sigla.

Nos últimos dias, porém, tenho pensado em uma aplicação um pouco menos abrangente e ortodoxa pro FIB. Na verdade, tenho pensado que talvez ele seja um índice perfeito para ser aplicado individualmente. Assim, olhe pra dentro de você mesmo e se pergunte: que nota você daria para a sua felicidade interna bruta?

Creio que precisamos, urgentemente, balizar nossas atividades, nossas ações, nossos relacionamentos, por esse índice. Devemos nos empenhar naquilo que aumente o nosso FIB e o das pessoas à nossa volta.

Claro que existem processos, existem afazeres, que não contribuem muito para o aumento desse índice. Mas, em contrapartida, podemos inserir outros no nosso dia a dia para que a nossa felicidade interna bruta atinja níveis sempre elevados.

Assim, que tal adotar o FIB no seu dia a dia? Que tal pensar no que faz você feliz? (um beijo pro pessoal do Pão de Açúcar!) Pense naquilo que coloca um sorriso no seu rosto. Pense naquilo que te permite soltar intensas gargalhadas. Pense naquilo que faz a sua alma sorrir. Descobrindo o que é, coloque isso na sua rotina.

E, caso perceba que algumas coisas diminuem drasticamente seu FIB, repense-as. Se possível, elimine-as do seu dia a dia. Se não, pense em como fazê-las de maneira diferente. Pense em como torná-las um pouco mais agradáveis. Só não permita, de jeito nenhum, que seu FIB tenha grandes perdas.

Adotando o FIB, não esqueça de espalhar a ideia por aí. Afinal de contas, felicidade nunca é demais!

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4 pensamentos sobre “FIB

  1. Dias atrás eu estava pensando no quão pouco eu estava me divertindo no meu dia a dia. Estou feliz e as coisas estão bacanas por aqui (tirando uma ou outra nuvenzinha de vez em quando, mas isso é normal), mas de repente senti que me faltava diversão, sabe? Essa que nos faz gargalhar, relaxar os músculos e não pensar em nada. Estou no caminho de encontrar o que me faz bem, mas já sei algumas coisas: uns livros do Calvin e da Mafalda, uns joguinhos de videogame, uma novelinha de vez em quando, dançar, desenhar… Mas ainda falta descobrir mais. Adorei o post!

    • O problema é que a gente fica tão fixada no que tem que fazer que se esquece que a vida é mais que isso, né? Tb ando correndo atrás do que me faz feliz. Corrida, estar com amigos são algumas dessas coisas. Mas tb estou começando nesse caminho! Ah! Ter vc por aqui é sempre MUITO bom! 🙂

    • Descobre mesmo, Hamalassara. Pergunte-se: o q me faz feliz? E corre atrás disso! Ser feliz é indispensável!

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