Descarrilada

Pois bem. O fato é que esse trem que atende pelo nome de Renata Cabral Vicente simplesmente descarrilou. E não foi apenas em parte. Foi completamente. Não temos apenas a locomotiva fora dos trilhos. Temos todos os vagões fora deles também. Não há nada, repito, nada, que tenha permanecido sob o trajeto original. Há vagões jogados por todos os lados e ainda estou em busca da locomotiva perdida.

E, por mais que reine o caos, ando pensando seriamente que talvez esse seja um bom momento para rever os trilhos sobre os quais tenho andado. E o caminho para onde eles me levarão. Ou seja, tenho enxergado no descarrilamento a oportunidade perfeita para rever a minha rota.

Aonde quero chegar? O que realmente pretendo fazer? Será que é isso mesmo que quero pra mim? Essas são apenas algumas perguntas que pretendo responder antes de colocar toda a parafernália de volta pra andar. Claro que algumas certezas eu tenho. Mas até elas ando me dando o direito de questionar. Porque, afinal, se é pra mudar, que não fique trilho sobre trilho!

2 pensamentos sobre “Descarrilada

    • Suanny, o q me impressiona é o seu elogio! rs… E a gente precisa usar mesmo esses momentos de crise pra, quem sabe, mudar o rumo, né? O que não pode, nunca, é ficar parada e se lamentando! 🙂

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